O rompimento do prefeito de Caicó, Dr. Tadeu, com Samanda de Lula deixou uma contradição que passou a ser observada nos meios políticos. Ao justificar a mudança de apoio para Zenaide Maia, o prefeito destacou, entre outros argumentos, o fato de a senadora ser seridoense.
A questão levantada é que o outro candidato de Dr. Tadeu ao Senado, Styvenson Valentim, também não é seridoense, assim como Samanda de Lula. Portanto, o critério da origem regional, isoladamente, não explicaria a mudança do segundo voto.
Outro ponto chama atenção. Em áudio, Dr. Tadeu demonstra convicção de que Samanda será derrotada e trabalha com a perspectiva de eleição de Zenaide Maia e Styvenson Valentim, afirmando que precisará dos dois senadores para ajudar Caicó. O prefeito também sinaliza que Samanda, diante do rompimento, passaria a ser sua adversária política.
Samanda adotou discurso modersdo emborase considere traída. Mesmo após perder o apoio do prefeito, declarou que, caso seja eleita senadora, deixará o rompimento político de lado e continuará trabalhando por Caicó.
É justamente aí que surge o contraste: enquanto Dr. Tadeu antecipa uma derrota eleitoral e fala em adversário político, Samanda afirma que uma eventual vitória não transformará Caicó em vítima de divergências políticas. Afinal, mandato no Senado representa o Rio Grande do Norte inteiro, independentemente de quem apoiou ou deixou de apoiar durante a campanha.








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